No dia 1º de julho próximo, ao término do mandato da atual presidente Gislaine Targa Simoncelli, o engenheiro químico Francisco Lupo Filho voltará a assumir a presidência do Rotary Club de Adamantina para um mandato de um ano. Ele já esteve à frente do clube no período de 2020/2021, durante a pandemia, e agora retorna com a retomada das reuniões presenciais.
Casado com Márcia Lupo, é pai de Gabriel e Giovana Lupo, e avô de Felipe e Ana. Filiado ao Rotary desde 2017, Lupo acumula uma trajetória ativa na instituição: já foi presidente, secretário, vice-presidente, presidente da Comissão da Juventude e Governador Assistente por duas vezes.
Ao longo dos anos, participou de diversos projetos sociais. Um dos mais marcantes, segundo ele, foi o Projeto de Subsídio Global realizado na Santa Casa de Adamantina, que viabilizou um investimento de US$ 59 mil em equipamentos para o Pronto Socorro.
“Lembro bem que, no início da pandemia, o frei responsável pela Santa Casa solicitou a liberação antecipada dos respiradores mecânicos. Os rotarianos se mobilizaram imediatamente. Aquilo, com certeza, salvou vidas — estava no lugar certo, na hora certa”, ressalta.
Além desse, dezenas de projetos foram realizados em entidades do município. O mais recente foi entregue no início deste mês à Casa do Garoto, com a instalação de um sistema completo de energia solar, proporcionando economia e mais qualidade de vida aos acolhidos.
Para Lupo, o trabalho no Rotary é coletivo. “No Rotary, não é o presidente que faz, são todos os rotarianos. É uma família que se une em busca de um objetivo comum: causar impacto duradouro na vida das pessoas e em si mesmos”, diz.
Metas da nova gestão
Entre os principais objetivos da nova gestão, liderada por Francisco e Márcia, está o fortalecimento do quadro associativo. Atualmente, o clube conta com 22 membros, e a meta é alcançar 30 associados, além de expandir os projetos já existentes.
Outro destaque é um novo projeto em parceria com a Prefeitura de Adamantina, CREA, Associação de Engenheiros e a Cooperativa de Reciclagem. A iniciativa busca conscientizar a população sobre a separação correta do lixo reciclável e promover sustentabilidade para a cooperativa.
“É um trabalho conjunto, que envolverá bairros, escolas, igrejas e toda a sociedade. A ideia é gerar impacto positivo tanto para os cooperados quanto para o meio ambiente”, afirma Lupo.
Um pouco da história de Francisco Lupo
Natural de Centenário do Sul (PR), Lupo é filho de Francisco Lupo e Aparecida Barbosa Lupo. Mudou-se ainda criança para Adamantina, onde viveu na zona rural até os 14 anos.
Começou a trabalhar cedo, aos 14 anos, no Jornal Adamantinense, e aos 19 foi contratado pela Usina Branco Peres como Analista de Microscopia. Hoje, após mais de 30 anos na empresa, ocupa o cargo de Gerente Industrial, liderando uma equipe com mais de 200 colaboradores.
Também atuou como professor por mais de 20 anos no Colégio Ateneu Bento da Silva e no Centro Paula Souza, contribuindo para a formação de centenas de técnicos.
Sua formação inclui três graduações: Biologia (FAFIA), Química Industrial (Lins) e Engenharia de Alimentos (FAI). Além disso, possui pós-graduação em Bioenergia e diversos cursos em gestão de pessoas.
Há dois anos, sua família fundou a Lupo Química, empresa de produtos de limpeza administrada por sua esposa Márcia e seu filho Gabriel, com distribuição regional.
Quem pode ser rotariano?
Para ingressar no Rotary, é necessário ter uma profissão, ser convidado por um membro e, principalmente, possuir espírito voluntário — disposto a dedicar tempo a projetos sociais.
Lupo ingressou no clube a convite do professor Vagner Belo, motivado pelo desejo de contribuir com a comunidade após consolidar sua carreira.




































