Dados concedidos pela Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo (SEDS) ao Diário do Oeste apontam que 11 mulheres foram beneficiadas pelo programa de auxílio-aluguel para vítimas de violência doméstica em Adamantina, no período de fevereiro de 2025 a fevereiro de 2026.
A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte financeiro temporário para mulheres que precisam deixar o lar devido a situações de violência, garantindo mais segurança e autonomia durante o processo de recomeço.
Para ter acesso ao benefício, é necessário residir no Estado de São Paulo, possuir medida protetiva vigente contra o agressor, comprovar renda familiar de até dois salários mínimos antes da separação e apresentar documentos que comprovem a situação de vulnerabilidade, como relatório psicossocial ou inscrição no Cadastro Único (CadÚnico).
O cadastramento é feito por meio da rede de Assistência Social dos municípios que aderiram ao programa. Após a análise e aprovação, o valor é disponibilizado pelo Governo do Estado diretamente às beneficiárias, por meio de poupança social vinculada ao Banco do Brasil.
A SEDS reforça que mulheres em situação de violência podem buscar apoio em diferentes serviços da rede pública. Em Adamantina, o atendimento pode ser realizado nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS) e também em unidades de saúde, como UBS, prontos-socorros e hospitais.
Além disso, o suporte também está disponível na área de segurança pública, por meio da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), distritos policiais e Polícia Militar, bem como em órgãos do sistema de Justiça, como Ministério Público, Defensoria Pública e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).



































