Ass. de Comunicação – Deinter 8
A 3ª Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa Deic8 de Presidente Prudente
Na manhã de segunda-feira, dia 4 de maio de 2026, policiais civis estiveram no Hospital Regional de Presidente Prudente/SP, onde foram cientificados que uma jovem de 23 anos havia entrado naquele nosocômio com forte sangramento vaginal, relatando à equipe médica que havia sofrido um aborto.
Segundo a 3ª Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa Deic8 de Presidente Prudente, a mulher informou ainda que a criança nasceu sem vida, e que seu companheiro de 26 anos, enterrou-a no quintal do imóvel localizado na cidade de Álvares Machado – SP.
Nessa condição, policiais civis se dirigiram ao endereço indicado e, no local, localizaram o corpo de um recém-nascido sem vida, o qual estava sendo queimado entre materiais recicláveis, enquanto o autor assistia.
Interrogado, ele confessou a autoria delitiva e pontou que a criança nasceu na cidade de Regente Feijó – SP, e que segundo sua namorada, já estaria morta.
Pontou ainda que, a pedido dela, colocou a criança no interior de uma sacola plástica e, na sequência, em um saco plástico de cor preta, transportando-a até sua residência, localizada na cidade de Álvares Machado – SP, onde a enterrou no fundo do quintal.
Acrescentou que a companheira apresentou complicações decorrentes do parto, sendo socorrida ao Hospital de Regente Feijó – SP, e removida ao Hospital Regional – HR – de Presidente Prudente – SP, onde posteriormente foi procurada por policiais civis.
O autor relatou que após a namorada contar que havia sido procurada por policiais, ele desenterrou a criança, envolveu-a em uma colcha, colocou-a entre materiais recicláveis e ateou fogo, com o fito de consumir o corpo. Nesse momento, foi abordado por policiais civis que realizaram sua custódia.
Os dois foram custodiados em flagrante, a princípio com espeque no delito de – DESTRUIÇÃO, SUBTRAÇÃO ou OCULTAÇÃO DE CADÁVER – art. 211 do Código Penal-, vez que as circunstâncias relativas ao passamento deverão ser devidamente aquilatadas na sequência do processado, sendo agendadas as respectivas audiências de custódia junto ao Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo – TJS.




































