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Adamantinense Silvio Ronaldo Rombi relembra emoção de assistir à final da Copa de 2002 no Japão

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O adamantinense Silvio Ronaldo Rombi carrega na memória um dos momentos mais marcantes da história do futebol mundial: a final da Copa do Mundo FIFA de 2002, disputada no Japão. Na época ele morava no país desde 1995, onde trabalhava na Toyota e não deixou escapar a oportunidade de assistir de perto à vitória da Seleção Brasileira de Futebol por 2 a 0 sobre a Seleção Alemã de Futebol.

“Assistir a uma final é muito emocionante e inesquecível, ainda mais sendo campeão em cima da Alemanha, com uma seleção de ouro”, relembra. Ele cita nomes como Ronaldo Nazário, Cafu, Rivaldo e Roberto Carlos como parte de um elenco inesquecível. “Foi muita emoção em um único dia.”

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Segundo Rombi, o momento mais marcante foi o primeiro gol de Ronaldo. “Naquele instante, o estádio veio abaixo. E depois, na volta olímpica, quando os jogadores passaram perto da gente, pedindo para jogar a bandeira do Brasil e saíram desfilando com ela, foi sensacional”.

A jornada até o estádio também virou história. Ele conta que adquiriu o ingresso por meio de um cambista. “O ingresso custava cerca de 300 dólares, mas paguei 1.100. Foi uma loucura, praticamente três vezes o valor, algo em torno de 6 mil reais na época. Mas valeu cada centavo — é uma lembrança que vou levar para o resto da vida!”

Vivendo no Japão durante aquele período, ele destaca o apoio local à seleção brasileira. “Os japoneses acreditavam muito no Brasil. O Zico era muito famoso lá por treinar o Kashima Antlers, então eles vibraram bastante com o nosso pentacampeonato.”

Expectativa

Agora, mais de duas décadas depois, Rombi volta suas atenções para a Copa do Mundo FIFA de 2026.

Para ele, o Brasil chega forte novamente. “Acho que temos muitas chances, com ou sem Neymar. Temos grandes jogadores sendo escalados”, afirma, demonstrando confiança em uma nova campanha vitoriosa.

Rombi também deixa um conselho para quem nunca viveu essa experiência: “Se tiver a chance de ver a seleção ao vivo, abrace e vá. É uma emoção única, não dá para explicar.”

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