Pr Léo Costa – Igreja Amor e Cuidado de Adamantina/SP
Olá, tudo bem? Eu sou o Pastor Léo Costa, da Igreja Amor e Cuidado de Adamantina. Sou casado há 11 anos com a Pastora Naiara Costa. Sou pai de duas filhas, e eu tenho uma reflexão da parte de Deus para o seu coração!
Existe uma pergunta que acompanha a humanidade desde os tempos mais antigos: qual é o sentido da vida?
Talvez ela nem sempre seja feita com essas palavras. Às vezes aparece na forma de um vazio difícil de explicar. Outras vezes, surge quando conquistamos aquilo que sempre desejamos e, mesmo assim, percebemos que ainda falta alguma coisa.
Vivemos em uma época que nos convence de que a felicidade está sempre no próximo objetivo. Quando conquistarmos determinado cargo, comprarmos a casa dos sonhos, alcançarmos estabilidade financeira ou recebermos o reconhecimento das pessoas, finalmente seremos completos.
O problema é que, quase sempre, quando chegamos lá, descobrimos que a sensação de plenitude dura muito menos do que imaginávamos. Pasmem; essa não é uma crise exclusiva da nossa geração.
Há cerca de três mil anos, um homem que experimentou praticamente tudo o que alguém poderia desejar chegou exatamente à mesma conclusão, o seu nome era Salomão.
Poucos homens reuniram tantos privilégios quanto ele. Foi reconhecido por sua extraordinária sabedoria, governou uma das nações mais prósperas da história, acumulou riquezas, construiu grandes obras, desfrutou de fama, poder, prazeres e influência.
Se existisse alguém com autoridade para responder onde está a felicidade, certamente seria Salomão.
Mas, no final de sua jornada, ele escreveu uma frase surpreendente: “Quando avaliei tudo o que as minhas mãos haviam feito… percebi que tudo era correr atrás do vento.” (Eclesiastes 2.11)
Que conclusão impressionante. Não porque o trabalho seja ruim. Nem porque o dinheiro seja um problema, muito menos porque seja errado sonhar, crescer ou conquistar. A questão é outra.
Nada disso consegue sustentar o coração humano quando ocupa o lugar que pertence somente a Deus. Salomão tentou encontrar sentido em diferentes caminhos.
Buscou satisfação nos prazeres, acumulou riquezas, investiu em grandes projetos e experimentou o prestígio que muitos sonham alcançar. Mas percebeu que toda felicidade construída apenas sobre circunstâncias possui prazo de validade.
Vivemos cercados de distrações.
Há quem procure preencher o vazio com entretenimento constante. Outros mergulham no trabalho acreditando que a próxima conquista resolverá tudo. Alguns vivem em busca de reconhecimento, enquanto outros imaginam que mais dinheiro finalmente trará paz.
Nada disso é necessariamente errado. Entretanto, o problema começa quando transformamos coisas boas em fontes absolutas de significado.
Nenhum sucesso profissional substitui uma vida interior saudável, nenhuma conta bancária elimina a necessidade de paz, nenhum aplauso é capaz de preencher a alma, nenhum prazer momentâneo consegue responder às perguntas mais profundas do coração.
Talvez seja por isso que vivemos em uma geração tão conectada e, ao mesmo tempo, tão solitária; tão informada e, ainda assim, tão ansiosa.
Estamos cercados de recursos, mas continuamos procurando significado. No final de sua vida, Salomão finalmente encontrou a resposta que buscou durante tantos anos.
Depois de experimentar praticamente tudo o que o mundo poderia oferecer, ele concluiu que o verdadeiro sentido da existência não está nas coisas, mas em Deus. Acredite, essa conclusão permanece atual.
Fomos criados para realizar sonhos, trabalhar, construir, prosperar e desfrutar das boas dádivas da vida. Mas nenhuma dessas coisas foi feita para ocupar o centro da nossa existência.
Quando colocamos o sucesso no centro, nunca será suficiente. Quando colocamos o dinheiro no centro, sempre desejaremos mais. Quando colocamos a aprovação das pessoas no centro, viveremos presos à opinião delas.
Somente Deus é grande o bastante para ocupar esse lugar.
Jesus declarou: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida.”
Ele não apenas ensina o caminho. Ele é o caminho.
Talvez seja exatamente isso que muitas pessoas estejam procurando sem perceber.
Não um novo lugar. Não uma nova conquista. Não uma nova experiência.
Mas uma nova direção.
Porque o sentido da vida não é encontrado quando conquistamos tudo o que queremos. O verdadeiro sentido da vida começa quando encontramos Aquele que nos criou.
E quando Deus ocupa o centro da nossa existência, todas as outras coisas finalmente encontram o seu devido lugar.






































