Por Jesana Lima
O curso de Medicina do Centro Universitário de Adamantina (FAI) registrou, em 2026, 18 egressos aprovados em programas de residência médica, resultado superior ao de 2025, quando 11 ex-alunos conquistaram vagas.
O crescimento evidencia a continuidade da formação profissional dos médicos formados pela instituição e sua presença em programas de especialização em diferentes áreas e serviços de saúde do Brasil.
A residência médica é uma etapa importante na trajetória dos profissionais recém-formados e integra um cenário nacional de alta concorrência. Nesse contexto, o avanço alcançado pelos egressos da FAI em 2026 representa um resultado relevante, especialmente pela diversidade de especialidades e instituições em que os ex-alunos foram aprovados.
Os egressos da FAI conquistaram vagas em áreas como Clínica Médica, Medicina de Família e Comunidade, Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia, Ortopedia, Cirurgia Geral, Cirurgia Oncológica, Infectologia, Medicina Intensiva e Urgência e
Emergência, em instituições localizadas em diferentes municípios e estados.
O resultado mostra a inserção dos profissionais formados pela instituição em programas de qualificação médica e reforça a continuidade de suas trajetórias acadêmicas e profissionais.
Para o reitor do Centro Universitário de Adamantina, Prof. Dr. Alexandre Teixeira de Souza, o crescimento registrado de um ano para o outro merece destaque.
“A ampliação no número de egressos aprovados em residência médica, passando de 11 em 2025 para 18 em 2026, é um indicador claro da qualidade do curso de Medicina da FAI. Quando nossos egressos conquistam essas vagas em diferentes especialidades e instituições do país, evidencia-se que a formação oferecida pela FAI está alinhada aos padrões da educação médica. Esse resultado demonstra que estamos formando profissionais preparados, competitivos e capazes de avançar com solidez em suas trajetórias. Mais do que aprovações, trata-se de qualidade acadêmica comprovada na prática”, destacou o reitor.
O coordenador do curso de Medicina, Prof. Dr. Alessandro Jacinto, ressaltou que o desempenho dos egressos reflete a preparação construída ao longo da graduação. “A residência médica é uma etapa muito importante na formação do médico,
e ver nossos egressos aprovados em diferentes especialidades e instituições mostra que eles seguem avançando em sua qualificação profissional. Esse resultado é fruto de estudo, disciplina e amadurecimento acadêmico”, ressaltou o coordenador.
Já o pró-reitor de Ensino, Prof. Dr. Estevão Zilioli, enfatizou a relevância do avanço observado entre 2025 e 2026. “Quando observamos o crescimento de 11 para 18 egressos aprovados em residência médica, temos um indicativo positivo da trajetória recente do curso. É um resultado que demonstra continuidade formativa, fortalecimento da qualificação profissional e presença dos nossos egressos em espaços importantes da área da saúde”, enfatizou o pró-reitor.
Mais do que um dado numérico, o resultado de 2026 representa histórias de dedicação, continuidade dos estudos e avanço profissional. Ao ingressarem em programas de residência médica, os egressos da FAI ampliam sua formação e
fortalecem sua atuação em diferentes áreas da Medicina.
O crescimento de 11 aprovados em 2025 para 18 egressos aprovados em 2026 reforça um movimento positivo na trajetória recente do curso e evidencia a presença de profissionais formados pela FAI em programas de especialização
médica no país.
Egressos aprovados em residência médica em 2026
1 – Beatriz Salimon Carlos dos Santos — Medicina de Família e Comunidade —
Secretaria Municipal de Saúde de São José do Rio Preto
2 – Breno Máximo Montanhez — Medicina de Família e Comunidade — Centro
Universitário de Adamantina
- Camila Furlani Pagan — Clínica Médica — Santa Casa de São Carlos
- Dhayse Bortoluci de Oliveira Corvelloni — Pediatria — Secretaria Municipal
do Rio de Janeiro (Enare) - Iane Beatriz Palomo de Souza — Ginecologia e Obstetrícia — Hospital
Materno Infantil Francisco de Assis, Cachoeiro de Itapemirim/ES - Isabella Maria Sassi Avelar — Clínica Médica — Hospital Regional de
Presidente Prudente - Jefferson Rodrigo Costa Madeira Alves — Ortopedia — Hospital Beneficência
Portuguesa, Ribeirão Preto/SP - João da Silva Dias Neto — Clínica Médica — Santa Casa de Adamantina;
Urgência e Emergência — FAMEMA, Marília/SP - José Guilherme Campos Martins — Ortopedia — Hospital OASE, Timbó/SC
- Juliana dos Santos Pravatto — Medicina de Família e Comunidade — Centro
Universitário de Adamantina - Larissa Pereira Húngaro — Clínica Médica — Santa Casa de Adamantina
- Lorrana Alves Medeiros — Cirurgia Oncológica — Hospital do Câncer de
Londrina - Marcelo Augusto Alves Ponciano — Medicina Intensiva — Santa Casa de
Misericórdia e Beneficência Portuguesa, Ribeirão Preto/SP - Maria Eduarda Guimarães Cordes — Pediatria — Santa Casa de São José
do Rio Preto e Hospital Regional de Presidente Prudente - Milena Correia Gattas — Cirurgia Geral — Hospital OASE, Timbó/SC
- Pedro Telles Peres — Infectologia — Santa Casa de São Carlos
- Queren Hapuque de Morais Raddi — Medicina de Família e Comunidade —
Centro Universitário de Adamantina - Tamara Cristina Negreiro de Souza — Medicina de Família e Comunidade —
Secretaria Municipal de Saúde de Piracicaba




































